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Casos reais de mulheres reais

Durante as pesquisas alguns casos foram citados como os mais marcantes na história, casos reais que ilustram um pouco sobre o tema e contam um pouco sobre o que essas mulheres passam todo dia. Infelizmente a maioria dessas mulheres estão mortas e essas histórias são contadas por terceiros e pelas vítimas.

OBS: Todos os casos tem como objetivo ilustrar o que a violência doméstica causa, em momento nenhum o objetivo é desrespeitar a família da vítima ou a vítima. Foi feita uma pesquisa em cada caso para trazer a maior fonte de informações possíveis.

Caso Tatiane Spitzner – “Advogada é encontrada morta após cair do 4º andar.”

No dia 22 de julho de 2018, em Guarapuava – Paraná, Tatiane Spitzner foi encontrada morta em seu próprio apartamento. A vítima vivia um relacionamento de 5 anos com Luís Fernando Mainvaler, e de acordo com as amigas, na noite da sua morte, ela iria pedir o fim do relacionamento.

A linha de investigação é que após começar uma discussão em um bar, por conta de mensagens em redes sociais, o casal voltou para a casa por volta de 2 horas da manhã. As agressões começaram no carro, filmagens mostram que a advogada recebia socos e tapas no rosto, além dessas filmagens, foram encontradas outras que mostram ambos na garagem, onde as agressões continuaram – Luís dá um mata leão na vítima a deixando por dois minutos imóvel, após isso desfere chutes em Tatiane a impedindo de fugir.

Os últimos registros de Tatiane são no elevador e quinze minutos depois ocorre a queda do 4º andar, depois da queda foi filmado o agressor descendo e pegando o corpo dela da calçada e a levando de volta ao apartamento, onde ela foi encontrada morta. Luís Fernando é indicado por homicídio qualificado e fraude processual.

Segundo os laudos periciais, a vítima foi morta por asfixia mecânica – estrangulamento, causando uma morte por meio cruel (quando a vítima não tem como se defender) e por motivo torpe. O agressor foi preso no mesmo dia após se envolver num acidente perto da fronteira com o Paraguai.

2021 – o julgamento já foi adiado três vezes e ainda é aguardado um novo julgamento para a condenação do réu.


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